SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE GUARAPARI

O encontro aconteceu na manhã desta sexta-feira (08), no auditório da Secretaria de Educação, e reuniu outros municípios costeiros do sul capixaba

Viva + natureza

Técnicos do Ibama, ICMBio e Iema estiveram em Guarapari na manhã desta sexta-feira (08) para capacitar servidores e multiplicadores dos municípios de Guarapari, Anchieta, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy. A ação faz parte do Comitê de Preparação da Crise, criado para gerir as ações de contenção dos danos que possam ocorrer caso o vazamento de óleo, que atingiu o litoral brasileiro, chegue ao Espírito Santo.

Na ocasião, foram apresentadas orientações técnicas, escopo de trabalhos, tipo de mão de obra, equipamentos e EPIs de acordo com a área afetada, incluindo questões de acondicionamento e transporte e destinação desse material. Pablo Prata, oceanógrafo do Iema e ponto focal do comitê, destacou que o estado está tendo tempo de se preparar, unindo os municípios ao plano de ação que já foi desenhado pelos poderes públicos federal e estadual. “Agora, estamos fazendo um trabalho de nivelamento junto aos municípios, alinhando as informações e a distribuição das atribuições de cada um. O que mais importa é estamos prontos para lidar com problema”, completou.

O Ten Coronel Bruno Tadeu Rigo, comandante do 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar e Coordenador Regional da Defesa Civil acredita que as chances existem, mas são remotas. “Do histórico que nós estamos acompanhando, desde o primeiro contato nas praias do Nordeste, a quantidade dos resíduos vem diminuindo, se fragmentando. E esse encontro é muito importante, pois conseguimos acalmar alguns ânimos, desfazer alguns mitos de forma que se, por ventura, houver algum tipo de necessidade de ação, isso será de forma ordenada, com comando”.

O plano de ação do Comitê está dividido em três etapas: A primeira de atenção e prevenção, com toda logística necessária de combate ao óleo, descrições técnicas, escopo de ação, nivelamento de informações, treinamento de equipes e ronda de monitoramento caso o óleo apareça na costa capixaba. “Se isso ocorrer, dá-se início a segunda etapa que é a limpeza. Esta, por vez, deve ser executada com segurança por se tratar de um resíduo perigoso, ter os equipamentos e EPI’s apropriados, acondicionamento e destinação adequada desse material. A última etapa é o monitoramento dos ambientes impactados por pelo menos seis meses, além de mensuração dos impactos socioeconômicos e ambientais”, finalizou Prata.

Viva + prevenção, Viva + responsabilidade, Viva + Guarapari

Fonte: Folha Online ES – https://www.folhaonline.es/medida-preventiva-contra-o-oleo-guarapari-recebe-membros-do-comite-de-preparacao-da-crise/

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